GoodBye Blue Sky…
Chega. Obrigado todo mundo que comentou no blog durante esse tempo, mas agora ele já perdeu sua funcionalidade. Não tinha mais assunto, não tinha mais feedback e estava sem paciência.
A partir de agora ele estará desativado, talvez continue aqui como um livro de loucuras minhas, que é o que ele deveria ser desde o início na verdade.
Mas não mais postarei nada para que outros comentem e consiga-se ter uma discussão saudável.
Beijos,
Daniel Perez Arthur
The Brazilian Beat Generation
Essa semana eu tomei uma cerveja
e depois muita cachaça.
Fiquei descontrolado.
Eu ri de tudo.
Eu amei tudo.
Eu fui feliz demais.
Por: Tulio “Kerouac” Capixaba
Ponto (.)
Momentos inspirados (?)
Faleee povo,
como deu pra perceber eu não posto faz um certo tempo,
a falta de criatividade por enquanto ta difícil.
Então resolvi postar um poema/soneto/revolta/seilámaisoque que eu fiz fazem alguns anos.
NOSTALGIA
Nada é como antigamente
O tempo passando
Mas vivemos o presente
Sonhos antigos
Deixados para trás
Destruídos por força
E o medo do nunca mais
Seguimos lutando
Pois somos assim
Brigando com todos
Procurando um fim
Sem medo da vida
Muito menos da morte
Correndo perigo
Contando com a sorte
(Daniel P. Arthur)
Cansei…
Torcidas, Bebidas, Cigarros, Pessoas, Imprensa, TV, Jornal, Revista, Manhã, Tarde, Noite, Cachorro, Gato, Família, Casa, Quarto, Banheiro, Sala, Computador, Roupa, Tênis, Aula, Faculdade, Acordar, Dormir, Sonhos, Pesadelos, Professores, Alunos…
Cansei.
…
Dias tristes,
pessoas morrendo, pessoas sendo mortas,
pessoas se matando.
Dores fortes, ossos quebrados, corações partidos.
Saudade, raiva, angústia.
Felicidade.
às vezes acanhado, às vezes discarado,
às vezes triste, às vezes feliz,
às vezes dói, às vezes cura,
às vezes sai fácil, às vezes nem sai.
Alguns o escondem,
outros o disfarçam.
Alguns o engolem,
outros o forçam.
Que falta me faz,
que falta me fará,
que falta me fez.
Desaprendi a Chorar.
Penso, Então dispenso.
Penso, então dispenso
a minha obrigação de estar aqui.
Então eu corro, peço socorro
mas não há como fugir.
Então me tranco no meu canto
escondo o rosto engano o mundo.
Mas por um momento escapo e vejo a luz.
E depois tudo outra vez.
Penso, então dispenso
a minha decisão de te seguir.
Troco tudo, brigo e mudo
e acabo sem conseguir.
Então me tranco no meu canto
escondo o rosto engano o mundo.
Mas por um momento escapo e vejo a luz.
E depois tudo outra vez.
Penso, então dispenso
ter que continuar a insistir.
Mas olho vejo e não desejo
simplesmente desistir.
Então eu saio do meu canto
mostro a cara e grito tanto.
Mas parece que ninguém quer me ouvir.
E depois tudo outra vez.
Luiz E. Lepchak / Daniel P. Arthur
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